quinta-feira, 12 de agosto de 2010

As Jeggings.

As Jeggings.
Com certeza você que está sempre comprando roupas deve ter notado um jeans estranho que possue cós de elastico, né? Pois é, a gente passa pelas araras das lojas, olha bem e pode ser que até façamos uma careta pra elas. Estas são as jeggings que vieram com tudo pro inverno, mas continua com força daqui em diante. As coleções que chegaram agora para a Primavera já trazem vários modelos delas nas lojas.


As jeggings nada mais são do que a combinação jeans + legging. Por isso possuem a vantagem de serem mais justas que uma skinny com todo o conforto de uma legging. Claro que por elas serem mais justas é preciso ter uma certa cautela pra usar, pois qualquer delize pode ficar vulgar.


O interessante é sempre combinar com peças mais folgadas, e até mais compridas pra esconder o tal cós de elástico (que não costuma ficar nada bonito no corpo). É bom evitar sandálias de salto a não ser que sejam sandalías de tiras mais pesadas, e apostar em tênis, sandálias baixas, sapatilhas e ankle boots pra dar uma ar mais pesado ao look.


Assim como todo jeans há várias tonalidades disponíveis, por isso pra quem estiver acima do peso ou buscar um ar mais elegante o legal escolher os mais escuros. E os mais claros ficam por conta de looks mais descontraídos. Lembrando que é  sempre bom abusar do bom senso com elas.


Uma coisa eu digo, além de elas te deixarem com lindas pernas com certeza você terá que apostar em bolsas, pois assim como toda legging que se preze, elas não possuem bolsos. 
 

Por Sandy Quintans
sandyquintans@hotmail.com

domingo, 8 de agosto de 2010

Resultado do VI Concurso de Blogs: Nós ganhamos!!!

Resultado do VI Concurso de Blogs: Nós ganhamos!!!

Olá, pessoas queridas!

Lembra que comentamos aqui outro dia que estávamos participando de um concurso de blogs promovido pela comunidade 'Eu Tenho um Blog'? Pois então... GANHAMOS!!!
Estamos muito felizes com resultado e agradecemos demais a todos que votaram. Acreditem, haviam blogs maravilhosos concorrendo conosco.

Quem tem blog sabe da dificuldade que é se destacar em meio a tantos blogueiros que existem na internet. Precisamos ser criativos e perseverantes. Uma iniciativa como a desse concurso, nos motiva a melhorar e a não desanimar. É muito bom saber que tem gente que reconhece nossos esforços! E, vocês não tem noção da importantância dos comentários. Por menor, que seja. É muito importante pra nós saber a opinião dos nossos leitores, afinal de contas, o Pronto, usei! é feito com muito carinho pra vocês!




Mais uma vez, obrigada mesmo pelo reconhecimento!
Sintam-se abraçados por toda a galera do Pronto!

Confiram o resultado final do concurso aqui.



Por Helen Quintans
helenquintans@hotmail.com

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Coletes.

Coletes.
A Belle Biajoni, minha amiga chiquérrima que mora lá nos States, me pediu umas dicas de como usar colete. Só pra constar, eu morro de inveja, porque ela sempre pode ver os melhores filmes primeiro que eu.


Bom, o colete é uma peça que promete complementar o look e criar um visual moderno. Esse item se consagrou em décadas passadas, mas agora volta com força total para acrescentar estilo ao figurino da mulher urbana. Aqui no Brasil ele deu as caras com tudo no último verão e continua em alta nesse inverno, e com certeza, vamos usá-lo muito em 2011.
 Durante muito tempo ele pertenceu exclusivamente ao guardarroupa masculino, mas que na década de 60 se tornou uma peça oficial para o look das mulheres. Ele resgata algumas características do movimento punk e faz uma perfeita combinação com camisetas, estampadas ou lisas.


A dupla 'camisa e colete' faz sucesso ao longo da temporada inverno, essa combinação resgata o look vitoriano e inova as tendências de sobreposição de peças. Modelos de colete com costura assimétrica e estilo despojado podem ser usados em momentos casuais, já os coletes clássicos e bem ajustáveis são ideais para complementar um figurino clássico e comportado.


 Pra quem tem dúvidas de como aproveitar melhor essa peça, a melhor dica é fazer a combinação certa, procure usar camisetas de malhas ou regatas junto com o colete. Sobrepor o colete com paetês ao minivestido é uma ótima pedida pra quem curte uma balada! Coletes de malha com pontas assimétricas combinam com regatas e podem ser usados junto com um shortinho.


Por Helen Quintans.
helenquintans@hotmail.com

domingo, 1 de agosto de 2010

O fim das noites em que Jim Morrison e Pamela Morrison tentavam morrer

O fim das noites em que Jim Morrison e Pamela Morrison tentavam morrer
 
Algumas pessoas tem medo de morrer. Meu saudoso avô era uma dessas pessoas. Conforme os anos foram avançando, seus olhos cansados buscaram dentro de si intensos fragmentos de suas aventuras quando jovem. Era uma tentativa atemporal de se apegar a tudo aquilo que o fizera feliz até aquele momento. Os amigos, as histórias, as noites de paz, as anedotas que acontecem durante nossa breve trajetória  por esta terra. Ao se aproximar de algo tão misterioso e inevitável, meu avô apenas retraiu sua alma e a deixou voar, livre, como alguém que se joga no oceano sabendo que não é nada perto da imensidão de uma natureza enigmática, selvagem e transgressora.

   Indo na contramão, existem pessoas que procuram a morte. Jim Morrison foi uma dessas pessoas. Procurou a morte em seus filmes, livros, poesias e músicas. Procurou a morte nos braços de quem amava e de quem odiava, e procurou a morte nos palcos, até que a encontrou em uma solitária banheira em um hotel de Paris. Uma garrafa de whisky repousava vazia no chão e um leve sorriso desenhava-se em seu rosto, indicando que a morte real parecia ser tão melhor quanto aquela abstrata, tão procurada em sua obra. Era o fim das noites em que Jim Morrison tentava morrer.

   A London Fog foi um clube noturno que fez parte da efervescente cena psicodélica de Sunset Strip, um parque de diversões para todos os drogados, intelectuais, poetas, prostitutas e artistas vanguardistas da segunda metade da década de 1960. Estamos na cidade da Califórnia, Los Angeles, no ano de 1965. Em uma dessas noites aparentemente escritas pelo destino, Jim Morrison e Pamela Courson se conheceram na London Fog para, juntos, injetarem autodestruição em suas veias. Courson, nascida na cidade de Weed, também na Califórnia, tinha apenas 19 anos quando conheceu Morrison, então com 22 anos. Ela odiava estudar e era conhecida por ser uma pessoa reclusa, de poucos amigos e perdida dentro de seus pensamentos obscuros. Jim Morrison servia como uma ponte para Pamela adentrar um mundo onde alegria e dor misturavam-se de forma desconexa, borrando uma tela de cores ultrajadas e primais. Ficaram juntos por quase seis anos, e tiveram um relacionamento tumultuado.

   Encontrar Jim Morrison morto naquele fatídico dia de 3 de julho de 1971 levou Pamela à loucura. Muito mais do que uma ponte para um mundo de utopias, Courson (ou Morrison, como ela gostava de ouvir) havia perdido o seu maior vilão e o seu maior amor. Acabou isolando-se como antes daquela noite na London Fog, só que desta vez dividindo o aluguel de um pequeno apartamento em Los Angeles com dois amigos. Seus últimos anos de vida basearam-se em longas sessões de heroína, que levaram Pamela a mostrar instabilidade mental. Ela passava os dias comentando com as pessoas sobre a ansiedade de reencontrar o seu grande amor. Assim como Jim Morrison procurou pela morte por ser refém dela, Pamela procurou a morte por ser refém de Jim Morrison. A encontrou, enfim, no dia 25 de abril de 1974, levada daqui por uma fulminante overdose de heroína. Tinha 27 anos de idade, a mesma de seu eterno namorado.

Por Adolfo Ifanger
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