sexta-feira, 10 de maio de 2013

Keira Knightley como Coco Chanel

Keira Knightley como Coco Chanel
Depois de a nossa queridíssima Audrey Tautou (a eterna Amélie Poulain) viver Coco Chanel no cinema, chegou a vez de Keira Knightley viver Grabrielle. Karl Lagerfeld, a mente por trás da Chanel, dirigiu o curta "Once upon a time" em que trás a história, pouco conhecida, da primeira loja de Coco.
Glamour à parte, eu particularmente achei o curta entediante, mas vale a pena conferir pela produção. 


Sandy Quintans
@sandyquintans

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Joana leu - Lonely Hearts Club, de Elizabeth Eulberg

Joana leu - Lonely Hearts Club, de Elizabeth Eulberg
Lonely Hearts Club
Elizabeth Eulberg
editora Intrínseca
238 páginas
"Penny Lane Blomm cansou de ser magoada e decidiu: homens são o inimigo. exceto, claro, os únicos quatro caras que nunca decepcionaram uma garota - John, Paul, George e Ringo. E foi justamente nos Beatles que ela encontrou uma resposta à altura de sua indignação: Penny é fundadora e única afiliada do LONELY HEARTS CLUB - o lugar certo para uma mulher que não precisa de namorados idiotas para ser feliz. O clube, é claro, vira o centro das atenções na escola McKinley. Penny, ao que tudo indica, não é a única aluna farta de ver as amigas mudarem completamente (quase sempre para pior) só para agradar aos namorados, e de constatar que eles, na verdade, não estão nem aí para elas. Agora Penny é idolatrada por dezenas de meninas que não querem enxergar um namorado nem a quilômetros de distância. Jamais. Seja quem for. Mas será, realmente, que nenhum carinha vale a pena?"


Penny Lane ganhou esse nome por que seus pais eram muito fãs dos Beatles, e tentavam incluir algo da banda em tudo, até em suas filhas, que acabaram ganhando nomes de músicas da banda. Talvez tanta adoração dos pais fosse motivo suficiente para que Penny não gostasse de Beatles, mas ela adora! Conhece toda a história da banda, sabe a letra de todas as músicas e sempre encontra uma que serve como trilha sonora para alguns momentos de sua vida.


Quando ela é traída dentro de sua própria casa, pelo menino de quem gosta desde a infância, ela se revolta contra a forma com que os garotos tratam todas as garotas de sua idade, e pelo fato de que as meninas, assim que começam a namorar, mudam completamente e abandonam suas amigas para ficarem com os namorados. Com esse pensamento, ela decide que não vai  mais se envolver com nenhum menino, pelo menos até terminar o colegial, pois acha que todos os garotos da sua escola são uns idiotas e não merecem seu sofrimento. É nesse momento que ela olha para a parede de seu quarto e vê um pôster dos Beatles onde está escrito o nome de um dos seus álbuns, o "Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band", e esse nome parece combinar perfeitamente com o que ela sente agora.  Tomada pela epifania, ela decide fundar seu próprio clube dos corações solitários. Inicialmente, Penny era a única participante, e nem tinha a intenção de formar um grupo maior, mas isso acaba sendo inevitável a partir do momento que ela revela a criação do clube para sua melhor amiga, que sem querer comenta perto de outra amiga, que fala para outra amiga e assim por diante. O número de "sócias" do clube cresce rapidamente, e isso acaba incomodando um pouco os meninos da escola (inclusive o diretor), que acabam ficando com poucas opções de garotas para namorar, já que a maioria não quer mais se envolver eles, e prefere ficar apenas com outras meninas, num sinal de lealdade à amizade. 

Mas é claro que o plano de ficar afastada de todos os garotos da escola não dá assim tão certo, já que Penny é muito amiga de Ryan, seu vizinho de armário que ela encontra todos os dias antes das aulas, e um dos meninos mais legais que ela conhece. Ele, além de ser lindo, é divertido, inteligente, e ex-namorado de sua amiga Diane. Ryan é o único amigo (do sexo masculino) que Penny tem, e eles conversam sobre tudo de uma forma leve e descontraída. Um dia, ele a convida para ir a show de uma banda cover dos Beatles, o que deixa Penny totalmente confusa; será que ele queria sair com ela como apenas amigo ou era algo mais? Eles passam por vários momentos legais, se divertem, mas ela está sempre com essa dúvida em mente, e acaba por desperdiçar o melhor da companhia do amigo, por medo de se envolver demais com ele e quebrar a primeira regra do clube: não namorar.

Entre indas e vindas, vai ficando claro que Penny e Ryan estão apaixonados e que formam um belo casal, tendo, inclusive, a aprovação das membros do clube e da ex dele, que dá a maior força para os dois se acertarem.

As meninas acabam percebendo que é impossível para uma adolescente ficar totalmente longe de meninos, e algumas acabam cedendo aos hormônios e se rendem a paixão pelos carinhas mais bacanas do colégio. No final, tudo dá certo e todas ficam felizes com a escolha que fizeram. Namorar? pode ser, mas nunca abandonar as amizades verdadeiras por causa dos meninos.

O livro é muito legal, com uma linguagem comum aos adolescentes e que deixa a história bem próxima da realidade. Os personagens são bem construídos e as meninas lembram aquelas que todas nós conhecemos um dia na escola; tem a fofoqueira, a patricinha, a sem personalidade, a namoradeira, a tímida, e por ai vai.

Apesar do final ser um pouco previsível, é difícil ler e não se identificar com o turbilhão de sentimentos vividos por Penny Lane e suas amigas, e torcer para que ela caia na realidade e descubra que amar faz parte da vida, e sofrer também.

O teor da história é adolescente, mas não é uma obra voltada apenas para essa faixa etária. Pessoas de qualquer idade podem ler, e tenho certeza que vão curtir, assim como eu, as aventuras do Lonely Hearts Club em busca da felicidade e do autoconhecimento.

Quando vi a capa, achei que a história seria mais baseada nos Beatles do que ela realmente é, já que foi a lembrança da banda logo na capa que me despertou interesse. Alguns capítulos iniciam com trechos de músicas da banda, e ao longo da narrativa Penny faz algumas referências a outros versos, mas, mesmo não tendo tantas citações musicais como eu esperava, o livro é bom. Gostei muito dessa leitura, me diverti com as meninas do clube e, principalmente, com os meninos, que ficam sem saber como reagir quando elas mostram que têm atitude e não são tão manipuláveis como eles pensavam.

Joana Masen
@joana_masen

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Balcão de Informações - Em dose dupla.

Balcão de Informações - Em dose dupla.
Sexta feira e você aí pensando se faz os trabalhos de faculdade ou se dorme e joga tudo para o alto e vai pra balada. Pois é, eu tenho uma dica melhor, vem aqui para o Pronto! e confere os baphos da semana... BEEER! (barulho de buzina) Por razões da vida (que eu desconheço), o Balcão da semana passada está junto com o dessa semana, olha só que maravilha \o/.
Começando o Balcão com coisa boa, semana passada saiu o trailer da continuação de Thor 2 - O mundo sombrio. Bom, eu nem preciso falar que ele está lindo, né?! Espia só!
 Mor já pedi pra você não se exibir assim, né? =/
Continuando nesse universo Marvel, hoje (OPS! Sexta passada) é estreia do Homem de Ferro 3 (se você assim como eu, está louca, louquinha para assistir, depois do Balcão corre pro cinema) e a pré-estreia ontem foi babado, pois a mulher mais bonita do mundo estava lá  toda trabalhada na transparência. Peper, a Gwyneth Paltrow, sambando na cara das recalcadas.
Um beijo para vocês, pois sou a mulher mais bonita do mundo com 40 anos e dois filhos;*
Ainda nessa vibe de super-heróis, a realeza britânica visitou na semana passada os estúdios da Warner em Londres, onde tinha todas as roupas usadas no Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge. Harry (meu noivo) já estava ali de olho na roupa do Batman imaginando como ficaria nela para uma próxima festa fantasia.
Quem também estava lá, era a Princesa Kate e o baby realeza. Agora gente, olha que coisa mais linda essa mulher grávida, olha a pele, o cabelo, a roupa, a phyneza, o marido... Ai ai é muito amor. <3
Há certas coisas na vida que desconhecemos a razão e duas delas estão bem aqui, a primeira é esse corte de cabelo do Luan Santana inspirado no Adam Lambert (Santo Deus que porra é essa?) e o porquê essa criatura “namora” com ele? Pois é... Mistérios da humanidade que jamais entenderemos.
Quem andou chocando a sociedade semana passada, foi a Senhora Justus, Ticiane Pinheiro, dançando quadradinho de 8 (vale ressaltar que eu só descobri o que era esse tal quadradinho de 8 quando vi ela fazendo e de verdade? Esse mundo não me merece, desculpa é apenas um desabafo). Quem não acreditou quando viu foi a pobre Rafa Justus, simplesmente #chocada #chateada. Relaxa Rafa, eu também ficaria com vergonha se minha mãe fizesse isso.
Quem anda por cima da carne seca, é Taylor Sulfite que na semana passada adquiriu uma puta mansão de apenas 17 milhões de dólares e você não sabe da melhor, a Taylorzinha pagou tudo a vista e sabe por quê? Porque ela é RYYYYYYYYYYYYYYYYYYCA! Sua inveja bate na fortuna dela e volta, tá?!
Fechando as notícias da semana passada, vamos falar de alguém bem querida da nossa amiga RYCA daqui de cima. Parece que Seleninha Gomes não seguiu os passos da amiga e resolveu dar uma nova chance para o novo garoto problema do pedaço: Justin Bieber.  Parece que o amor está de volta, fazer o que, né?!
Começando com os baphos dessa semana, que por sinal foram bem fraquinhos. Fica aqui a minha decepção com a pré-estreia de O Grande Gatsby. Gente cadê todo o glamour do filme? O povo foi parecendo que estava indo ali na esquina comprar pão, até a Débora Secco (falo dela já já by frase mais dita pela Katia <3 hahahahaha) foi mais chique na pré-estreia de Bruna Surfistinha.
Enfim, entre toda aquela elegância do filme só sobrou a Nina Dobrev (Vampira desligada chata de Vampire Diares) e é claro o meu Léo DiCaprio que estava mais lindo e mais elegante que qualquer mulher ali.
Como prometido e continuando a novela que começou lá no carnaval, a Débora Secco enfim botou o Roger pra correr e foi ser feliz. Essa semana ela assumiu o romance com um ator desconhecido aí, Allysson( Deus é mais nesse nome hein!). Parece que além de bonitão, ele é moço de família e tudo mais, um verdadeiro “gentleman”. Agarra esse homem Débora, porque igual a esse está difícil viu menina!
Finalizando esse balcão com chave de ouro, a nossa queridíssima Carrie Bradshaw está em solo brasileiro. Sarah Jessica Parker veio para o Brasil para estrelar a campanha de uma marca de sapatos, lógico. A nossa Carrie está pelas ruas de São Paulo, desfrutando tudo o que há de melhor na cidade paulistana.
Agora um desabafo de uma pessoa muito chateada. Como vocês sabem, aliás a Sandy já postou aqui inclusive, Gossip Girl (Rip :/) foi substituída por Carrie Diares, que conta a vida da Carrie no High School. Só que a primeira temporada acabou com apenas 13 º episódios e me deixou muito triste, pois a série é simplesmente demais, fora que ver aquele rostinho lindo do Sebastian todo episódio é colírio para os meus olhos. Enfim, fica aqui a dica para você não perder tempo e assistir a série e ficar assim como eu, órfã e esperançosa por uma segunda temporada. Dedinhos cruzados!!

Bruna Quaglia
@quagliabruna

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Joana leu - Toda Sua, de Sylvia Day

Joana leu - Toda Sua, de Sylvia Day
Olá, leitores! Hoje faço minha estreia por aqui, e estou muito feliz. Espero ter com vocês uma relação longa e próspera. Para começar escolhi falar sobre um livro que está bem na moda, por ser do gênero chick-lit. Para quem não sabe, esse é o nome dado atualmente para a literatura com conteúdo adulto. Depois do grande sucesso da trilogia "Cinquenta tons de cinza", esse tipo de livro tomou todas as prateleiras das livrarias e é difícil encontrar uma menina que ainda não tenha lido um deles. Sem mais enrolação, vamos a resenha de hoje:

Toda Sua
Sylvia Day
editora Paralela
280 páginas
"Eva Tramell tem 24 anos e acaba de conseguir um emprego em uma das maiores agências de publicidade dos Estados Unidos. Tudo parece correr de acordo com o plano, até que ela conhece o jovem bilionário Gideon Cross, o homem mais sexy que ela - e provavelmente qualquer pessoa - já viu. Gideon imediatamente se interessa por Eva, que faz tudo o que pode para resistir à tentação. Mas ele é lindo, forte, rico, bem-sucedido, poderoso e sempre consegue o que quer - Eva acaba se entregando. Uma relação intensa começa. O sexo é considerado por eles como incrível. Capaz de levar os dois a extremos a que jamais tinham chegado. E, então, eles se apaixonam - o que pode ser tanto a chave para um futuro feliz quanto a faísca que trará de volta os traumas do passado."



Claro que esse livro seria amplamente comparado a "Cinquenta tons de cinza" (e eu só me interessei por ele por causa disso), por seu conteúdo sexual, com cenas descritas nos seus mínimos detalhes. A diferença aqui é que não existe ninguém puro e inocente como Anastasia: tanto Eva quanto Gideon (aliás, que nome horrível!) são experientes e cheios de traumas. Ela sofreu abuso sexual durante anos dentro da própria casa, e ele... bem, ainda não ficou muito claro o que aconteceu com Cross para que ele tenha tantos pesadelos a noite, mas parece que ele teve alguns problemas com a família e algumas experiências sexuais não consensuais.

Algumas coisas realmente lembram bastante a trilogia de E. L. James, mesmo que você tente desvincular as duas estórias e se concentre em ler esse livro, como por exemplo o cara lindo e podre de rico que fica ainda mais perfeito usando seus ternos feitos sob medida para seu corpo escultural, os pais separados da protagonista, os carros de luxo, as roupas de grife e, claro, muito, mas muito sexo (apesar de ainda não terem usado nenhum brinquedinho).

Mas o interessante na estória de Sylvia Day é que as coisas acontecem rápido, sem lenga-lenga. Assim que Gideon conhece Eva, ele deixa bem claro que quer transar com ela, que tenta de muitas formas se mostrar ofendida com a proposta , mas também está desejando a mesma coisa. Enfim, eles vão se acertando rapidamente, tanto sexual quanto emocionalmente, e passam a namorar de um jeito meio torto e confuso, mas o namoro existe, sem contratos ou quartos secretos.

Eva também tem um grande amigo, que a princípio é gay, depois é bissexual e pervertido, sem falar em auto-destrutivo e com um passado cheio de sofrimento e dor, o que não o fez ser menos bonito. Aliás, a autora dá muita ênfase à sua beleza estonteante, que deixa homens e mulheres com inveja. O legal é que ele não é apaixonado por Eva e eles não formam um triângulo amoroso onde um deles certamente vai se machucar no final (uhu!!!).

A protagonista, apesar de bem decidida, tem suas paranoias de vez em quando, como nas incontáveis cenas de ciúmes por causa das ex-namoradas de Gideon. Eva é uma maníaca sexual: está sempre pensando em sexo e sempre "pronta" para receber Cross, como eles dizem muitas vezes. Por ela ter sido estuprada durante a adolescência, ficou meio que sugerido que esse seu comportamento é desencadeado pelas agressões... talvez seja apenas uma opinião minha, mas acho que isso fica um tanto quanto implícito no decorrer dos fatos.

Para falar a verdade, não caí de amores pelo livro, como aconteceu com "Cinquenta tons de cinza", mas também não o achei ruim; é uma leitura agradável, dentro do possível. Como se trata de outra trilogia, o final fica em aberto, e nada se conclui, por isso, não consigo afirmar com certeza se a estória me conquistou inteiramente. Vamos esperar para saber o que acontece na continuação.

Joana Masen 
@joana_masen
Copyright © 2017 Pronto, usei!