sexta-feira, 10 de outubro de 2014

As lindas imagens de Saoirse Ronan para Wonderland

As lindas imagens de Saoirse Ronan para Wonderland
Saoirse Ronan é uma das jovens atrizes mais bonitas desta nova geração, em minha singela opinião. É uma beleza comum e ao mesmo tempo intrigante. Eu comecei a me apaixonar por ela ainda em “Orgulho e Preconceito” e fui acompanhando desde “Um Olhar no Paraíso”, passando por “Hanna”, até o mais recente (e maravilhoso), “O Grande Hotel Budapeste”. 

Durante as últimas semanas vi milhares de compartilhamentos no Tumblr do ensaio que ela fez para revista Wonderland. A cada vez que eu vejo, mais apaixonada eu fico por essas fotos. A Wonderland é uma revista que sempre investe em ensaios de estúdio, com um toque mais pesado de edição, mas com resultados sempre belíssimos. Já saiu edições com a Emma Watson e a Lindsay Lohan (também nesta edição). Desta vez não foi diferente. Simplesmente adoro as expressões da Saoirse nessas imagens.  

Para ver a entrevista que da revista, clica aqui (em inglês)

Sandy Quintans
@sandyquintans

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Joana leu: A garota que eu quero, de Markus Zusak

Joana leu: A garota que eu quero, de Markus Zusak
"A garota que eu quero"
Markus Zusak
editora Intrínseca
176 páginas
"Cameron Wolfe tem fome. Cansou-se de ser um maldito perdedor, deplorável, meio risonho e meio carrancudo, sempre tentando impressionar. Ele finalmente conheceu uma garota, e seu espírito foi inundado por palavras. Agora, Cameron está determinado a provar que não há nada mais belo que um perdedor disposto a lutar."

É difícil falar sobre um livro que não gostamos, mas é ainda mais complicado falar sobre outro que amamos. E esse é o caso de "A garota que eu quero". Desde que comecei a ler a trilogia dos irmãos Wolfe, já imaginava que ia gostar mais do último volume, mas ele conseguiu me impressionar além do esperado.

Nesta última parte da estória de Cameron e Ruben já encontramos os irmãos bem mais maduros, apesar de, em certos momentos, quando ainda tendem a agir com certa inconsequência. O mais velho, Ruben, troca de namorada como quem troca de roupa, e só quer curtir, sem pensar em se apegar realmente a nenhuma delas. E Cameron continua sendo Cameron, um tanto quanto inseguro e muito solitário.

O livro é cheio de reflexões de Cam sobre sua vida e seus anseios, uma marca do autor, que encaixam perfeitamente na narrativa: o menino que cresceu idolatrando os pais e os irmãos, só queria se encontrar, descobrir qual é a sua razão de viver, e ter alguém para amar, uma garota a quem se dedicar de corpo e alma. Aliás Zusak usa muito a palavra alma nesse livro, dando profundidade ao personagem.

Quando Cam é surpreendido por uma menina, que toma a iniciativa de convidá-lo para sair, ele consegue começar a fazer tudo aquilo que sonhava em fazer quando tivesse alguém: ele a trata com respeito e devota todo o seu coração a ela, tanto que a própria menina se surpreende, por nunca ter sido tratada daquela maneira. É lindo ver o tamanho do sentimento de Cameron pela namorada, e como ela vai mudando aos poucos aquele jeitão solitário dele. Ao invés de caminhar a esmo pela cidade e quase nunca dizer o que pensa, ele passa a maioria de seu tempo livre com ela, e aprende a expressar seus sentimentos.

A relação dele com os irmão também amadurece um pouco, e ele agora além de admirá-los, também ganha a admiração de Steve, Ruben e Sarah. A harmonia da família fica bem evidente, e eles protagonizam cenas engraçadas, que poderiam muito bem acontecer em qualquer família.

Os momentos de tensão ficam por conta de um ex-namorado da atual menina com quem Ruben está ficando, que começa a fazer ameças a ele pelo telefone, e promete que ainda vai pegá-lo em algum lugar e dar uma surra em Ruben. Essa é uma situação que fortalece ainda mais a amizade entre ele e Cam, e mostra que a família está acima de qualquer coisa para eles.

Em paralelo ao amadurecimento dos meninos vem o envelhecimento de Miffy, o cachorro do vizinho que os meninos quase mataram no primeiro livro, e que se tornou um personagem importante na estória. Apesar de se sentirem envergonhados por serem obrigados a passear com Miffy todas as noites, eles acabam se afeiçoando ao bichinho, e sofrem quando percebem que sua ausência poderá fazer muita falta.

Os capítulos são intercalados por narrativas de sonhos de Cameron, onde podemos ver com mais clareza como ele se sente em relação às coisas, com os sonhos sendo metáforas dos acontecimentos reais de sua vida. E uma característica marcante do autor é se referir a uma sensação ou sentimento, algo abstrato, como se fosse possível tocar, ver ou materializar: "... suas palavras me alcançaram, agarraram meu espírito pelo coração e o surrupiaram do corpo." 

O livro todo é cheio de momentos românticos entre Cam e a namorada, e é impossível não torcer para que tudo dê certo para eles. O menino é muito doce, e realmente se dedica a fazer a menina feliz, como sempre imaginou que faria. As frases que um diz para o outro são bem singelas, mas carregadas de significado, e em alguns momentos, emocionam o leitor. Num dos meus quotes preferidos vemos a delicadeza do autor ao descrever o sentimento de Cameron:

"Amo aquela garota", tenho vontade de dizer, mas não digo. Sei que o cachorro está aqui para me guiar e mais nada.
Ficamos parados ali, e sei que sei muito pouco.
Não sei aonde vão dar essas ruas, e nem por quê.
Não sei se consigo resistir à luta desta noite.
Só há uma coisa que eu sei.
É sobre a garota, e é isto:
Se um dia sua alma vazar, quero que caia em mim."

Sentirei falta da família Wolfe, e da escrita poética de Markus Zusak, que não me canso de elogiar. O livro é perfeito, e super recomendo para quem quer ler um romance sincero e realista.

Joana Masen
@joana_masen

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Projeto de média metragem " O Nascimento de Mary Black", no Catarse

Projeto de média metragem " O Nascimento de Mary Black", no Catarse
Olá, pessoas do meu Brasil varonil!
Ando sumida, é verdade. A vida anda maluca e corrida como sempre. O sumiço é por boas causas, juro! Inclusive esse post é pra falar sobre uma delas.

Já comentei aqui sobre minha hiperatividade (ou inquietude) profissional, né?! Entre as minhas atividades, está minha paixão pelo cinema independente. 
Faço parte de um grupo que produz filmes na raça, com pouco recurso e muita coragem. Minha parte é a direção de arte e de fotografia. 

No momento, lançamos um projeto de média metragem no site Catarse. Esse crowdfunding visa pedir apoio para nosso filme de ação "O Nascimento de Mary Black". Em pouco mais de uma semana de campanha, conseguimos arrecadar 40% do valor estipulado. Estamos muito empolgados e esperançosos. Não podemos perder o ritmo, por isso estou aqui hoje, para pedir a parceria de vocês.

Fiz um videozinho explicando do que se trata. (Não reparem, fico mais a vontade atrás das câmeras haha! )

Para conhecer mais detalhes do projeto e nos apoiar é muito simples, basta clicar aqui e escolher um valor e uma das recompensas. 



Nossos parceiros, além de incentivar o cinema independente, recebem vários prêmios bacanas, como canecas, dvds, pôsteres, etc... 


Como disse no video, ao final queremos viajar pelo Estado de São Paulo, com as exibições públicas e participar de festivais ao redor do Brasil e alguns internacionais.
Nos ajude a dar vida à essa história! Apoie o cinema independente!

Helen Quintans
@helenquintans

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Cinematura - Um Dia

Cinematura - Um Dia
Lembro muito bem quando eu assisti ao trailer de "Um dia" pela primeira vez. Fiquei louca pra ver um filme da diretora de "Educação", com Jim Sturgess e a Anne Hathaway. Eu tinha ficado animadíssima por uma história de vidas que se reencontram ao longo do tempo, assim como era o filme "De repente é amor". Depois de conseguir assistir, adorei e no Natal seguinte ganhei meu exemplar do livro de David Nicholls. Assim, passei meus dias de descanso na praia lendo ao romance de Dexter e Emma, enquanto tomava um pouco de sol.


Emma e Dexter se conhecem no último dia da faculdade e acabam se envolvendo em uma amizade, cercada de romance. A história se passa durante vários anos e conta cada reencontro deles e aos poucos vai mostrando as mudanças de cada um, anseios e a construção do amor dos dois.


O que mais gosto no romance é a mudança que a vida traz pra cada um, do amadurecimento dos personagens e dos reencontros. Enquanto Emma é uma garota centrada, que opta pela simplicidade, Dexter é ligado a bens materiais e sonha em fazer fama com a carreira na televisão. Inclusive essa diferença tão grande entre os dois é mais um atrativo do enredo.


Como em toda adaptação que se preze, há muitas diferenças entre a versão do livro e a do filme, mas considero que foi muito bem feita. Adorei a forma como Anne e Jim deram vida aos personagens e da forma como a adaptação foi conduzida. Por ser um romance que se passa em vários anos, foi muito importante essa caracterização e a mudança de visual dos atores. O que me pareceu bastante convincente. Gosto de dizer que por mais best-seller que seja, é uma boa história pra se pensar no amor e no tempo.


Sandy Quintans
@sandyquintans

Perdeu algum Cinematura? Não tem problema, não. É só clicar, aqui.

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