terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Cinematura - O Diário de Bridget Jones

Cinematura  - O Diário de Bridget Jones
Bridget Jones é a mulher que me ensinou a entrar na fossa com gosto. Nada de toda aquela coisa de aceitação, nem de autocontrole, pois uma fossa bem vivida acontece quando você se entrega para aquela música cheia de dor de cotovelo, junto com aquele filme água com açúcar que vai te querer fazer morrer neste momento. Faz anos que não sei o que é sentir a necessidade de uma fossa, e sinceramente, nem quero, porém serei eternamente grata a Bridget Jones. Pensando nisso resolvi que queria ler os livros da série, já que amo os dois filmes e todo aquele elenco maravilhoso.

Lendo o primeiro livro da Helen Fielding, percebi que a adaptação é bastante fiel ao livro, mas que o longa metragem é muito mais rico que a obra original. Achei curioso, mas isso acontece porque o livro é feito em formato de diário mesmo, sem acrescentar grandes detalhes, mas de forma muito cômica. Bridget Jones é um personagem sensacional por si só, não precisamos de grandes descrições para se apaixonar pela história. É aquele tipo de amiga que não conseguimos concordar com nada do que ela faz, mas que não conseguimos deixar de torcer.

Por outro lado, eu gostei da leitura, justamente por já ter visto o filme e entendido como toda aquela cena aconteceu e ter uma concepção disso. Coisa que talvez não tivesse ficado tão claro, se não tivesse assistido.

Apesar de ter achado uma leitura muito divertida, ainda prefiro a versão cinematográfica. E achei que ler, depois de já ter assistido não trouxe grandes contribuições. As confusões continuam impagáveis e acho que René Zellweger trouxe um toque especial, que a Bridget do livro talvez não tenha. Assim como Colin Firth e Hugh Grant.

Sandy Quintans
@sandyquintans

Para ver outros Cinematura, clica aqui ó 

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Joana leu: Cemitérios de dragões, de Rapahel Draccon

Joana leu: Cemitérios de dragões, de Rapahel Draccon
"Cemitérios de dragões"
Raphael Draccon
editora Fantástica
352 páginas
"Em diferentes pontos do planeta Terra, cinco pessoas com histórias e origens completamente distintas desaparecem por motivos variados e acordam numa outra realidade. Em meio a guerras envolvendo demônios, dragões, homens-leão, seres fantásticos e metal vivo, os cinco precisam compreender os motivos de estarem ali e combater um mal que talvez não possa ser impedido. Em seu novo romance Draccon apresenta uma versão moderna e adulta de um universo inspirado por séries queridas por toda uma geração, como Jaspion, Changeman, Flashman, Black Kamen Rider e Power Rangers."

Essa é uma daquelas fantasias que prendem o leitor. E eu, que não sou uma consumidora voraz desse gênero, não conseguia largar o livro. É ação do começo ao fim, com um enredo fascinante.

Cinco pessoas, de partes distintas do mundo e que nunca se viram antes, acordam de repente num mundo estranho, sem saber onde estão e nem como foram parar ali. Só isso já daria uma estória incrível, mas Raphael Draccon enriquece ainda mais a trama concedendo a cada um desses personagens características únicas, que ajudam a construir uma trama sem igual.

Derek, um soldado americano de elite, Amber, uma jovem de Ruanda que cresceu oprimida pela guerrilha em seu país, Daniel, nerd brasileiro descendente de orientais, Romain, um dublê francês especialista em Parkour e Ashanti, a garçonete irlandesa que se mostra especialista em artes marciais, são os cinco elementos que vão compor esse grupo de heróis (e vítimas), onde um complementa o outro, e usam seus talentos em busca de um bem comum.


quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Carey Mulligan (mais uma vez) para Harper's Bazaar

Carey Mulligan (mais uma vez) para Harper's Bazaar
Por mais de uma vez eu disse o quanto sou fã de Carey Mulligan. Tem gente que diz que ela é apenas uma chorona de Hollywood, mas Carey está em alguns dos meus filmes preferidos e tem sustentado papéis importantes desde Educação. Apesar de traze-la como estrela do editorial de hoje, gostaria mesmo era de mostrar a graça do ensaio de capa da edição de dezembro da Harper's Bazaar UK. A edição é de comemoração para o final do ano, e confesso, estou apaixonada por essas fotos que tem a cara desta época do ano: cheio de luzes e brilho. 

As imagens do ensaio é do fotógrafo Alexi Lubomirski e produzido por Miranda Almond. Para quem quiser ver a entrevista da senhora Mumford na íntegra, clique aqui

Sandy Quintans
@sandyquintans

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Chefe

Chefe
Essa é mais uma daquelas histórias que a gente assiste sem saber o que esperar. Em mais um passeio descompromissado na locadora, resolvi escolher um filme diferente daquelas dos grandes circuitos, dos grandes cartazes do cinema e daquelas que todos estão comentando. Foi assim que cheguei no improvável "Chefe". Eu sou apaixonada por qualquer coisa relacionada a comida, seja filmes, livros, reality shows,  e claro, comer. E essa foi a minha principal motivação. 
O filme conta a história de um chefe de cozinha, aliás, uma grande estrela, acostumado com o sucesso e que ama o que faz. Mas um belo dia um crítico bate na porta dizendo coisas péssimas sobre sua comida e ele surta. Em uma reviravolta danada (que vocês terão de acompanhar assistindo mesmo, porque não vou contar) e acaba abrindo um food truck pra cozinhar com todo o amor que ele tem por este universo.
É uma história engraçada, mas repleta de coisas sérias. Comecei assistindo um filme sobre comida e terminei em um filme sobre a estrada e que tratava sobre as coisas que nos fazem felizes, das coisas simples mesmo.  Um dia este grande chefe estava em um renomado restaurante de Los Angeles, no outro estava em um caminhão desses que estão fazendo o maior sucesso por aí e sendo mais feliz do que nunca.
Além do visual espetacular do filme, a trilha sonora é de fazer você querer tirar a bunda da cadeira, é sensacional. Fazia tempo que não assistia algo para me entregar e para apenas curtir o que está sendo mostrado ali.

Por todos essas as sensações que "Chefe" me trouxe, eu não pude deixar de trazer essa dica. Porque como já disse aqui, às vezes a gente espera algo daquele diretor espetacular, de um roteirista sensacional, ou daquela adaptação do seu filme favorito e nos esquecemos de olhar coisas novas.


Sandy Quintans
@sandyquintans
Copyright © 2017 Pronto, usei!