quinta-feira, 5 de março de 2015

Joana leu: Stephen King - coração assombrado, de Lisa Rogak

Joana leu: Stephen King - coração assombrado, de Lisa Rogak
Coração Assombrado
Lisa Rogak
editora Darkside Books
320 páginas
"A biografia de um dos autores mais populares no mundo contemporâneo. Stephen King tornou-se parte da história da cultura pop, com mais de 300 milhões de livros vendidos e mais de 50 prêmios por suas obras. Seus romance best-sellers têm capturado a imaginação de milhões de leitores mundo afora. Mas quem é o homem por trás dessas histórias de horror e tristeza e do sobrenatural? De onde nascem suas ideias? E o que o leva a continuar a escrever em um ritmo alucinante, após uma carreira de quase quatro décadas?"

A vida toda do mestre do terror condensada em uma biografia. Para quem é fã, esse livro é imperdível, pois mostra todos os detalhes da personalidade de Stephen, que, logo no início, descobrimos que prefere ser chamado de Steve, e para quem não é fã é uma leitura obrigatória, pois é impossível não se apaixonar pela pessoa do escritor e não querer sair lendo todas as suas obras sem parar.

A autora da biografia conta um pouco da infância de Steve, desde o dia em que seu pai saiu para comprar cigarros e nunca mais voltou, deixando a mãe com dois filhos para criar, até os primeiros passos de King na literatura. Quando ia para a escola, Steve estava sempre lendo, inclusive enquanto andava, e isso o impedia de fazer amigos, já que era considerado estranho. Suas leituras eram sempre de livros de terror popular.

Sua mãe foi sua primeira incentivadora, pagando 0,25 centavos a cada estória que ele escrevia. E desde então, Steve escreve compulsivamente. Seus primeiros contos eram publicados em revistas masculinas, até que, depois de muitas negativas de diversas editoras, ele recebeu uma carta dizendo que seu livro seria publicado, e esse livro era "Carrie, a estranha". A partir daí seus livros começaram a ganhar espaço no meio literário.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Resumo do Mês - Fevereiro

Resumo do Mês - Fevereiro
Adivinha quem começou o resumo do mês atrasado de novo? Isso mesmo, nós aqui do P! Mas nunca é tarde para um balanço. Fevereiro foi curto como sempre, mas conseguimos dar andamento em algumas coisinhas por aqui. Foi tempo de ver amigos, colocar a leitura em dia e finalmente começar a rotina, afinal o ano só começa depois do carnaval. 

Fevereiro da Helen


Ah, o Carnaval passou e o ano enfim começou.  Fevereiro foi um mês de cuidados com a saúde, carinho da família e de muitos passeios ao ar livre. Foi também dias de reflexão e de aprendizado. Assumi meus cachos, apertei bastante o Tales, dancei, e voltei pra faculdade com força total ( ou quase hahaha ). Eu e a Sandy gravamos o primeiro video para blog e começamos a botar para caminhar nosso projeto Desapego. Pra variar, comecei a ler dois livros ao mesmo tempo, mania que minha irmã mais velha implica bastante... hahaha 
É isso. Saldo do mês: uns quilos a menos, e amor a mais. 


Fevereiro da Sandy


Fevereiro foi aquele mês que trabalhei demais e que finalmente tive um vislumbre de como vai ser o meu ano sem a faculdade. Estou gostando, tenho que dizer, mesmo sem ter feito quase nada. Também fui pra Monte Verde, em Minas Gerais, com meus amigos. Apesar de ter sido rápido, foi muito bom. Comecei a ler o incrível "Americanah", da Chimamanda Ngozi Adichie e estou encantada. E por fim, gravamos nosso primeiro vídeo pro blog e devo dizer que estou muito orgulhosa do resultado e do nosso projeto ♥
Pronto, usei!
@prontousei

terça-feira, 3 de março de 2015

Cinematura - A Menina que Roubava Livros

Cinematura - A Menina que Roubava Livros
Assim como aconteceu com “O Caçador de Pipas”, a história de “A Menina que Roubava Livros” ,escrita por Markus Zusak, também marcou muito o período da minha adolescência. Acho que ver situações tão intensas acontecendo na vida de crianças é uma coisa que acaba marcando. Ainda mais se pararmos para pensar sobre o olhar inocente que é colocado nestes livros. O engraçado foi que quando terminei de ler a história de Liesel Meminger me senti bastante satisfeita e não pensei em como seria um filme para completar a trama, coisa que quase sempre penso quando termino um livro. 
Liesel tem sua história contada pela Morte, que após diversos encontros com a menina acaba se afeiçoando a ela. O enredo se passa na Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial, o que nos dá uma noção das situações tristes que vamos enfrentar nesta leitura. Um dia, Liesel encontra um manual de coveiro e mesmo sem saber ler, ela se apaixona perdidamente pelos livros.

O triunfo do livro é forma como é escrito. Markus Zusak tem um estilo muito interessante de escrita, os personagens são muito cativante e os detalhes dão leveza, pra acontecimentos tão duros. Talvez por isso que não tenha ficado muito curiosa com a adaptação no cinema, que só saiu depois de muito tempo que havia lido. Justamente por ter demorado tanto, foi que adorei a versão pro cinema. Já não lembrava de tantos detalhes da história e também não tinha aquele pensamento de quem já leu o livro e passa o filme todo comparando com o original. 
Mas devo dizer que duas coisas me incomodaram muito no filme. A primeira é que achei que a atriz que interpreta Liesel é muito bonita, por alguma razão imaginava uma menina mirrada e meio acabada com a situação da guerra, enquanto no filme ela é deslumbrante. A segunda é que o filme é falado em inglês, eu sei que muitos longas de Hollywood que se passam em outros países são assim, mas tenho uma agonia disso, poxa, estamos na Alemanha. 

“A Menina que Roubava Livros” é um dos meus livros favoritos por diversos motivos. Eu me apaixonei por essa menina que tudo que ela queria na vida era ler, conhecer outros mundos e mergulhar em algo que eu mesma posso compreender, porque simplesmente não consigo imaginar como seria a minha vida sem a leitura.


Sandy Quintans
@sandyquintans

segunda-feira, 2 de março de 2015

6 motivos pra você pensar em ter um e-reader

6 motivos pra você pensar em ter um e-reader
Essa semana lá no trabalho convenci um colega a aderir a um e-reader. Ele tinha ficado tão encantado com o meu a hora que bateu os olhos nele, que me ocorreu que esse item não é tão popular por aqui, porque as pessoas não conhecem muito. Já vai fazer uns dois anos que aderi a leitura de e-books e tenho que dizer que muita coisa mudou por aqui. 



1. Leio muito mais - Depois que comprei o meu e-reader, comecei a realmente retomar os meus hábitos de leitura. Por ser fácil e acessível (e por todos os itens abaixo), ler ficou mais simples dentro da minha rotina corrida. 

2. É como papel - Essa é a parte que mais impressiona quem vê o meu e-reader pela primeira vez. É igual a um papel, ele imita a aparência, a luminosidade e tudo mais, só que sem ter carregar peso ou amassá-lo em sua bolsa.

3. É leve - Como eu disse no item anterior, ele é muito leve e é como não carregar um item a mais na bolsa. Quando se pega ônibus cheio todos os dias, esse é um fator de grande importância. Além do mais, te permite carregar para muito mais lugares que antes. Então quando estiver naquela fila chata, tem sempre uma coisa nova pra se distrair. 

4. Econômico - Um e-reader é algo acessível economicamente falando. O modelo que comprei é bem barato e tem todas as funções que preciso, não é necessário nada muito sofisticado para ter uma boa experiência. É apenas necessário ser funcional, com bateria durável, capacidade de armazenamento e configurações básicas de formatação. E isso todos possuem. 

5. Não é tablet - Quando coloquei na cabeça que precisava de um e-reader passei pelo debate do tablet, já que também dá pra ler em um. Pra quem tá com a grana apertada e realmente precisa, talvez seja melhor comprar o tablet. Mas no meu caso, eu não queria distrações, queria apenas mergulhar naquela leitura, como eu faria com um livro. Um e-reader é muito mais em conta e um tablet é algo parecido com ler em um computador, cansativo. 

6. Você não perde o amor pelos livros físicos  - Um argumento recorrente de quem não quer aderir ao e-reader é o de que ama demais os livros, para larga-los para trás. Eu não parei de ler livros físicos, pelo contrário, reveso um de cada vez. Continuo amando carregar um livro, virar as páginas, sentir o cheiro da impressão, ver os detalhes da edição. Mas a pergunta que te faço é: você realmente precisa ter todos os livros que lê? Nem tudo a gente precisa ter, alguns são livros só legais, que depois dá pra viver sem edição física, deixando espaço na sua estante. 

E um contra:  

E-books são caros - Eu gosto muito de ler, mas meu orçamento é limitado para isso. Então achava que e-book seria uma opção barata para mim, quando na verdade grande parte tem o mesmo valor da edição física. E acho isso um absurdo, já que não houve custos de impressão e distribuição. Por outro lado, existem diversos e-book grátis (e não estou falando de pirataria), em lojas, distribuídos pelos autores ou em site de universidades, que é uma mão na roda para quem tá estudando. 

Sandy Quintans
@sandyquintans
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